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publicado por Helder, em 29.03.11 às 22:10link do post | | | favorito

O que fazer numa daquelas noites de luar em que o cortex cerebral não se quer refrear de divagar a toda a força, a veia poética se dilata e o sentido do rídiculo é perdido algures pelo meio? Pegar em papel e pena, ou o equivalente para este século que encontrei, computador e teclado, e deixar as dissertações idiossincráticas nocturnas fluir. E na língua inglesa tudo fica sempre bem.. Por isso sem mais, o autor deste triste blogue, apresenta as suas tentativas nocturnas numa faceta desconhecida: a de poeta (ou aspirante a tal condição):

 

A love so crystal pure

held in high regard with profound allure

by every passionate lover dove.

Held up high in the skies,

touched by the powers from above

of unknown nature to the human eyes.

 

Such sentiment I seek,

avidly roaming throughout East to West,

Through the corners of this Earth bleak,

But only feeble passion or lust find at best.

 

Alone I am in the rotten delusion of life.

My fierce beating heart draws tempo

to an aria of sorrow,a requiem hurts as a knife.

Classical loneliness and bohemian interludes,

my whole self is a staggering symphonic mess.

 

Who can bring to this soul

the hitherto inexperienced gift from within?

While hearts languish still for lusty foul,

There cannot be lovers without sin.

 

And that's all folks! Pelo menos por agora, porque nunca se sabe quando me lembrarei de regurgitar poesia tão acabrunhadamente aberrante, tendo pelo menos como consolo que se não roça os píncaros da genialidade, pelo menos se eleva acima da poesia de casa de banho.

sinto-me: a levitar no lado negro da lua
música: Queens Of The Stone Age - Lullaby

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